Depois de um belo dia na Kidzânia, que os meninos não irão esquecer, a visita de uma escritora.
Foram dias para recordar. Podemos ver as ilustrações originais, pois Nídia Nair, além de escritora foi também a ilustradora do seu livro "Vendedor de Sapatos". Foi muito bom! Os meninos lançaram questões muito pertinentes que vforam prontamente respondidas. Obrigada cara escritora. Aprendemos muito da obra e também
um pouquinho da vida.
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terça-feira, 24 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
19 de MARÇO - DIA DO PAI
Brincas comigo.
Cuidas de mim,
Sempre sem parar.
O meu pai é um Herói que
me
faz sonhar.
Joana Mendes
Olá pai!
Quero-te dizer
uma coisa:
Tu és o melhor pai do
mundo porque és simpático e brincalhão.
Mesmo que estejas cansado,
chegas a casa e brincas comigo. Acompanhas-me nos momentos que eu preciso e eu
também te quero fazer o mesmo.
És muito fixe!
Beijinhos
Diogo
Paradela
Cuidado tens comigo.
Amor sentes por mim.
Remendas o que faço.
Iguais somos.
Nunca nos separamos.
Hoje é o teu dia.
O nosso dia!
Diana
Pai adoro-te!
Pai amo-te!
És o melhor pai do mundo.
Não há pai igual no mundo!
Se existisse milhões de
vezes a Terra
Continuavas a ser o melhor
pai.
João Bernardo
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
4º ano - Turma 22
Os ângulos
de mãos dadas com as palavras
A utilidade do transferidor é medir ângulos.
Não podemos mexer o transferidor, quando medimos.
Geometricamente iguais.
Um ângulo tem de ter amplitude.
Lindos são os ângulos.
Obtuso é um ângulo com mais de 90º.
Segmento de reta tem início e fim.
(Margarida)
Era uma vez 5 ângulos, todos irmãos.
Um dia o pai chamou-os para fazerem um trabalho.
O primeiro foi o Reto, o segundo o Agudo, o terceiro o Obtuso, o quarto o Raso, o quinto o Giro.
- Vamos embora para a EB de Gândara dos Olivais - disse o pai.
- Boa! Vamos ser ensinados - disse o ângulo Reto.
E lá foram eles para a escola da Gândara. Ao chegarem à escola, a professora Célia afirmou:
- Os ângulos são feitos com semirretas e têm a sua amplitude. A Amplitude é medida em graus. Um ângulo reto tem 90º.
A professora explicou tudo sobre os ÂNGULOS.
Ana Carolina
Coisas da matemática
O ângulo por vezes parece um triângulo.
A geometria é esperta e faz magia.
Os ângulos congruentes ficam bem nas nossas mentes.
Eles são iguais, são sempre os finais.
Parecem os dentes.
A amplitude é boa, nunca a mude!
O lado é sempre pontuado.
As semirretas chegam sempre às metas, sempre sem sair das retas.
Samuel
Na matemática
Aprendi novas coisas
Que me trouxeram
Alguma dificuldade.
Vou dizer:
Ângulos, vértices,
Amplitude,
Ângulo nulo, ângulo raso
Ângulo obtuso...
Está tudo na minha cabeça!
Retas, semirretas
E muito mais.
Estará sempre na cabeça
Quando for para pensar.
Diogo Anjos
- Ultimamente ando cansado
com a turma 22 - Diz o transferidor.
- Nem me digas nada. Estou
sempre a ser usado! Quem achas que está a escrever este diálogo?
-Tu!
- Ando a aprender: as
retas, as semirretas, os vértices, os ângulos, o ângulo côncavo, o convexo, os
graus e os segmentos de reta...
-Lápis, és um sábio!
Carlos Costa
ÂNGULOS
A amplitude também é importante.
Noites e noites e não vou parar de estudar.
Gosto de trabalhar os ângulos.
Uau! Há muitos ângulos!
Lindo ângulo! O meu preferido é o ângulo giro.
O ângulo reto só tem um número o 90º.
Saber os ângulos de cor e salteado.
Lúcia Viva
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Pempo de Páscoa
No último dia de aulas fizemos trabalhos manuais, na biblioteca descobrimos quem era " A verdadeira lebre da Páscoa" e com a ajuda da Associação de Pais a lebre deixou ovos de chocolate para todas as crianças da nossa escola!!!
A todos desejamos boas férias de Páscoa, que seja um tempo de divertimento, de festa, alegria e descanso, sem esquecer que também é preciso dedicar algum tempo às tarefas escolares e ajudar lá em casa.
Beijinhos para todos
A verdadeira lebre da Páscoa
A
LEBRE DA PÁSCOA
Era
uma vez um pai lebre e uma mãe lebre que tinham sete filhos. Viviam na sua toca
e por altura da Páscoa começavam a preparar-se para ir esconder os ovos no
jardim das crianças. Mas este ano o pai e a mãe lebre ainda não sabiam qual dos
seus filhos ia ser a lebre de Páscoa que iria levar os ovos. Então a mãe lebre
pegou num cestinho com sete ovos. Sentaram-se numa linda roda e o pai chamou os
seus filhotes:
- Cada um vai pegar num ovo e vai
escondê-lo no jardim daquela casa onde estão muitos meninos.
O filho mais velho foi o primeiro. Pegou num ovo de
ouro, correu pela floresta, atravessou o riacho, saiu da floresta, atravessou o
grande prado e chegou à casa dos meninos. Quis saltar o portão mas deu um salto
tão grande e com tanta força que o ovo caiu ao chão e partiu-se. A lebre voltou
para casa de orelhas baixas. Esta não era a verdadeira lebre da Páscoa.
Agora era a vez do segundo filhote.
Pegou num ovo de prata e correu pela floresta, atravessou o riacho, saiu da
floresta, atravessou o grande prado e enquanto corria uma pega gritou:
-Dá-me
a mim o ovo, dá-me a mim. Eu dou-te uma moeda de prata em troca.
E
antes que a lebre se desse conta a pega levava o ovo para o seu ninho. A lebre
voltou para casa de orelhas baixas. Esta também não era a lebre da Páscoa.
Agora era a vez do terceiro filhote.
Pegou no ovo de Páscoa de chocolate, correu pela floresta, atravessou o riacho
e quando ia a sair da floresta encontrou um esquilo que ao ver o ovo de
chocolate abriu muito os olhos e perguntou:
- É
bom o ovo?
-
Não sei – respondeu a lebre – quero levá-lo aos meninos que estão a brincar no
jardim.
-
Deixa-me provar um bocadinho...
Dizendo
isto o esquilo pegou no ovo e provou um bocadinho e gostou. Depois mais um
bocadinho e, como gostou tanto, comeu mais e mais um bocadinho e deu também um
bocadinho à lebre para provar e acabaram por comer o ovo todo. Quando o
terceiro filho chegou a casa, a mãe viu os seus bigides ainda cheios de
chocolate e soube que esta também não era a verdadeira lebre de Páscoa.
Era
agora a vez do quarto filho. Pegou no ovo malhado, correu pela floresta e
quando ia a atravessar o riacho, saltando de pedra em pedra, viu que conseguia
ver o seu reflexo na água: os olhos, as orelhas, os bigodes, o nariz, as patas
e nisto distraiu-se e o ovo caiu na água e a corrente levou-o. A lebre voltou
para casa de orelhas baixas. Esta também não era a verdadeira lebre da Páscoa.
Agora
era a vez do quinto filhote. Pegou no ovo amarelo, atravessou a floresta e,
antes de alcançar o riacho, uma raposa pediu-lhe o ovo e a lebre não o quis
dar. E a raposa disse:
-
Anda, vem comigo à minha toca mostrar aos meus filhotes este lindo ovo!
E a
lebre lá foi, mas os filhotes da raposa puseram-se a brincar com o ovo até que
o ovo caiu numa pedra e partiu-se. A lebre voltou para casa de orelhas baixas.
Esta também não era a verdadeira lebre da Páscoa.
Agora
era a vez do sexto filhote. Pegou no ovo
vermelho e atravessou a floresta mas no caminho encontrou outra lebre, pousou o
ovo ali perto e puseram-se a lutar. Deram-se grandes patadas até que a outra
lebre se pôs a fugir. O filhote lebre foi então buscar o ovo mas encontrou-o
desfeito em mil pedaços. Esta também não era a verdadeira lebre da Páscoa.
Agora
era a vez do sétimo filhote, o mais novo e o mais pequenino. Pegou no ovo azul
e atravessou a floresta. No caminho encontrou outra lebre mas deixou-a passar e
continuou o seu caminho. Depois veio a raposa mas a lebre fez um par de saltos,
para aqui e para ali e, fintando a raposa, continuoou a correr até chegar ao
riacho. Com leves saltos, saltou de pedra em pedra, e atravessou para o lado de
lá. Depois veio o esquilo mas a lebre continuou a correr e chegou ao prado. E
quando a pega gritou, a lebre, sem parar, disse-lhe apenas:
-
Não posso parar, não posso parar!
E
por fim chegou ao jardim da casa. O portão estava fechado. A lebre deu então um
salto, nem demasiado grande, nem demasiado pequeno, e pôs o ovo no ninho que as
crianças tinham preparado.
Esta
sim, era a verdadeira lebre da Pásoa!
Cestinhos para os ovos de chocolate
velas em forma de ovo (com parafina e restos de lápis de cera)
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Luísa Ducla Soares na nossa escola.
Luísa Ducla Soares foi a várias escolas do nosso Agrupamento e também à nossa escola. Foi um dia muito agradável. Fica um pequeno registo.Os alunos fizeram várias representações, organizaram questões, e tiveram o privilégio de escutar uma história da autora contada por ela.
sexta-feira, 14 de março de 2014
À descoberta do meio natural, junto da nossa escola
A primavera antecipou-se ao calendário e resolveu vir mais cedo. Nós agradecemos, pois estes dias tão bonitos e quentinhos sabem tão bem!
Aproveitámos para aprender as "coisas de estudo do meio" lá fora, na rua, nos caminhos... na Natureza.
Partilha de poesia - alunos do 3º ano - T21
A caturra
A caturra chega ao ninho
que tão lindo parece.
Procura os ovos
cor-de-rosa
e depressa estremece.
Vem da loja Leirizoo,
em gaiola dourada.
Quem não gostar da caturra,
sabe dela pouco ou nada.
AMOR e RANCOR não combinam.
Pois o AMOR é cheio
de CALOR!
E o RANCOR não tem VALOR!...
Mas... e o RUMOR, onde havemos de o PÔR?
Um CANTOR contou à LEONOR que:
o CONDOR cego pela DOR, se esqueceu do AMOR.
-SENHOR peço que me faça este FAVOR: alegre o CONDOR.
João Filipequinta-feira, 13 de março de 2014
O sentido da palavra - a palavra com sentido
Sexta-feira apareçam na Biblioteca da Escola-Sede (Marrazes). Os alunos da professora Clara, da turma 41, vão oferecer-nos um serão diferente onde as palavras fazem muito sentido. Com a colaboração dos encarregados de educação e professores convidados.
Pelas 21h. A não esquecer!
Pelas 21h. A não esquecer!
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